O céu está morrendo
A premissa
O firmamento perde luz há séculos, e não morre limpo. O que caiu apodreceu no chão: cada monstro deste jogo é matéria de estrela misturada com o que estava por perto na hora da queda, seja bicho, gente, metal ou água.
Um Cavaleiro Celestial não recebe poder de uma estrela, ele jura a uma. Ela dá potência, ele dá propósito, e o pacto não tem volta. Registrar uma criatura ou um lugar no Atlas Celeste prende aquele pedaço de céu no lugar, e é por isso que caçar dá poder aqui: catalogar é literalmente a missão da Ordem.
O tom
Sombrio e sujo. A luz é escassa e cara, e quase tudo que brilha na tela está te dizendo alguma coisa. A armadura é fosca e arranhada, o metal já viu coisa demais, e a única luz do cavaleiro vem de dentro dele, pelas juntas e pelas rachaduras.
Os chefes se desmontam enquanto apanham: o braço se solta, a asa arria, o chifre parte. A vitória tem que ser visível no corpo dele, não só na barra de vida.
Ainda não dá para jogar
Em breve, sem data
O jogo está sendo feito. Não existe botão de entrar nesta página porque não existe porta aberta do outro lado, e um botão que não leva a lugar nenhum seria só uma mentira educada.
Não vou marcar data, porque data não existe. Quando der para jogar, o download fica aqui: o jogo tem instalador próprio, que cuida da atualização sozinho, e não se joga por dentro do navegador.
Por enquanto esta página é só o aviso de que o jogo existe e está sendo feito. Ela vai crescer conforme o jogo crescer: primeiro as imagens, depois o botão de baixar.
Onde a coisa está
- Onze territórios, e nenhum repete chão, planta, ruína, relevo, praça ou bicho com outro.
- Cinquenta criaturas no bestiário, cada mapa com as suas, mais os Elites que perdem pedaço conforme apanham.
- Sete Casas, com árvore de skill, buff de grupo e a cerimônia do Pacto.
- Falta o combate inteiro validado no servidor. Um jogo online não abre enquanto o cliente ainda for consultado sobre quem morreu.
Onze territórios
Na ordem em que o céu caiu
A ordem dos mapas conta a queda: começa nas cinzas do primeiro impacto e termina no buraco por onde as estrelas estão vazando. A cor de cada marca é a cor real do chão daquele lugar dentro do jogo.
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01–10
O Vale de Cinzas
Planalto queimado onde caiu a primeira estrela. O chão ainda está morno, e a cinza continua caindo.
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11–20
A Bacia Seca
Deserto de sal que já foi mar. Esqueleto de bicho marinho secando ao relento, e o sopro de sal que vem junto.
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21–30
A Mata Afogada
Floresta alagada de água preta. Raiz acima da linha d'água, e coisa se mexendo abaixo dela.
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31–40
O Sétimo Andaime
A torre que subia para medir o céu tombou. Sobe-se por dentro dela, deitada.
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41–50
A Garganta de Ferro
Desfiladeiro de metal estelar, com vento que corta. No fim dele está o primeiro portão.
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51–60
O Forno de Baixo
Vulcão de matéria estelar derretida. Rio branco de calor, e ar que queima o pulmão.
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61–70
O Manto Branco
Um pedaço de céu caiu inteiro e congelou. Geleira com estrela presa dentro do gelo.
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71–80
A Corte Submersa
Cidade afundada. Pressão, escuridão, e bicho que perdeu os olhos por não precisar mais deles.
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81–90
O Andar de Cima
Plataforma suspensa no ar rarefeito. É o céu de perto, e de perto ele é pior.
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91–100
A Ferida
O rasgo por onde as estrelas escapam. Não há chão, há borda.
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90+
O Zênite
Cume acima das nuvens, com mármore veiado de ouro e geada. É o único lugar onde o ouro anda, e ali tudo vale em dobro.
As sete Casas
A Casa é o papel, e é para sempre
No nível dez o cavaleiro jura a uma Casa, e não desjura. Cada uma carrega uma Égide, que é a armadura e o nome da coisa a que ele se prendeu. Os sinais abaixo são essas Égides.
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Âncora Segura o céu no lugar Égide: A Bigorna
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Fio Corta Égide: O Corvo Partido
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Farol Reacende os outros Égide: A Ampulheta Rachada
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Cinza Luta com o que já morreu Égide: O Cão que Espera
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Prisma Divide o que dói Égide: O Poço
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Lume Acerta de longe Égide: A Vela Curta
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Fornalha Queima o que está em volta Égide: O Braseiro Aberto